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GDF fará recadastramento de 169 mil beneficiários de programas sociais

GDF fará recadastramento de 169 mil beneficiários de programas sociais

  • 09/10/2019
  • Correio Braziliense

A ideia é evitar fraudes e pagamentos irregulares. Atualização dos dados será feita por organização da sociedade civil

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) recadastrará 169.359 pessoas que recebem benefícios de programas sociais, como o DF sem Miséria e o Bolsa Família, na capital. A ideia é rever os dados das famílias que contam com o apoio, a fim de evitar fraudes e pagamentos irregulares. A expectativa é de que a atualização dos dados gere economia aos cofres públicos. 

 

 

Para fazer o recadastramento, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes)  publicou um edital de chamamento em busca de organizações da sociedade civil (OSC) interessadas em realizar as análises e as entrevistas. Para participar, as OSCs precisam estar  inscritas no Conselho de Assistência Social do Distrito Federal (CAS/DF).

Ao todo, o recadastramento pode custar aos cofres do GDF R$ 6,1 milhões. O edital, cuja versão atualizada foi publicada nesta segunda-feira (7/10) no Diário Oficial do DF, prevê como valor de referência (teto) que a organização responsável receba R$ 36,40 por cada atualização de cadastro ou nova inscrição no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O termo de colaboração terá duração de 12 meses, mas poderá ser renovado por igual período e vencerá a proposta com custo menor. 

Segundo o governador Ibaneis Rocha (MDB), a expectativa é de que o recadastramento dos beneficiários de programas sociais traga economia. Ele cita como estratégia similar bem sucedida o recadastramento feito com aposentados e pensionistas pagos com recursos do Instituto de Previdência dos Servidores do Distrito Federal (Iprev).

“Com o recadastramento de servidores públicos, na área em que já foi feito, nós tivemos uma economia muito grande, da ordem de quase R$ 200 milhões. Nós esperamos que, com o recadastramento também dos programas sociais, a gente possa ter economia e possa avançar para as pessoas que realmente necessitam desses benefícios sociais”, argumentou o emedebista.

 

Cooperação

 

A Sedes justifica que o modelo em parceria com organizações da sociedade civil foi testado e implementado em outras cidades, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. A diferença, segundo a pasta, é que no DF o pagamento será feito apenas por cadastro validados pelas normas de preenchimento da base de dados do Ministério da Cidadania.

A escolha por esse modelo, de acordo com a Sedes, também tem o objetivo de evitar um problema ocorrido na gestão passada. A pasta afirma que 169 mil famílias não foram recadastradas, o que poderia ocasionar a suspensão dos benefícios, como Bolsa Família, DF Sem Miséria e Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Como forma de solucionar a questão, a pasta firmou parceria com o Corpo de Bombeiros e treinou militares para atualizar os dados em 19 quartéis. 

 

Regiões

 

O edital publicado pela Secretaria de Desenvolvimento Social detalha em quais regiões administrativas há maior número de beneficiários com atualização pendente. Ceilândia lidera a lista com 26.328 pessoas. Em segundo lugar, fica Planatina, com 19.387, seguida por Samambaia, em que há 18.569 pessoas. 

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Recados


De: Rebotec para Ao Interessados
Recado:Ultimamente tá difícil a vida de pedreiro ou carpinteiro no município... Governo cria o MEI para legalizar a atividade e a administração fere a lei para se beneficiar em recolhimento acima do permitido. Em contrapartida têm em suas obras as ilegalidades trabalhistas onde não se sabe se ganham pela prefeitura ou pela empresa licitatória. Mas em tempo que vereador vai para o ponto P e bate no ponto C, fica difícil de um fiscalizar o outro. Enquanto isso vamos construindo uma cidade melhor, pois pelos órgão públicos o prejuízo é grande.
De: Contribuinte para Para Administração Pública
Recado:Boa tarde! A grande maioria dos pioneiros sabem da história complicada do Bairro Guaranorte. Sou morador do Jardim Vitória e estamos em recuperação de ruas, daquele jeito, mas está saindo. Agora o que me preocupou com tristeza é o descaso com o pessoal daquele bairro, para trafegar precisa tirar par-ou-impar entre os veículos. E aquela ponte de madeira! Alguém sabe se é patrimônio histórico? Até parece território desmembrado do município, lá também existe arrecadação de impostos (água, luz e telefone)... e votos. Seria ótimo serem lembrados... pronto falei.
De: Eterno Opositor para Contribuinte aloprado
Recado:Hein, fala mais com minha mão aqui. bibibi.... acho que você é alopradinho e não percebeu que também tinha testemunhas....mas....vi que é alopradinho, puxou estorinhas do baú, sítio do pica-pau amarelo, etc para querer parecer com a razão. beijinho