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28 meninas são internadas na Colômbia após brincar com Tábua Ouija

Não adianta o mundo dizer que vai ter gente brincando com a Tábua de Ouija – mais conhecida no Brasil como ‘a Brincadeira do Copo’ – e aí incluímos Hollywood também. Pois em uma escola colombiana, um grupo de estudantes decidiu fazer o contato ‘lúdico’ com o além em um incidente que acabou com 28 meninas internadas.

Se você não viu filmes como ‘Ouija: O Jogo dos Espíritos’ (2014), ‘Ouija: A Origem do Mal’ (2016), ‘Ouija House’ (2018), ‘Ouija’ (2007) e até o absurdo ‘Ouija Shark’ (2020), a gente explica o que significa a ‘brincadeira’. Em um tabuleiro repleto de números, letras e os dizeres “SIM” e “NÃO”, pessoas invocam e fazem perguntas para supostos espíritos, que direcionam uma seta – no caso da tábua de Ouija -, ou um copo, na brincadeira que leva o nome do objeto, para dar suas respostas.

No caso da escola colombiana, as garotas foram hospitalizadas depois de “perderem a consciência” enquanto faziam a brincadeira dentro do recinto estudantil. Os diretores e professores acompanharam as jovens ao hospital quando passaram a apresentar “desmaio, ansiedade e outros sintomas”.

Hugo Torres, chefe da Instituição Educacional Galeras, na cidade de Galeras, Colômbia, disse em um comunicado em vídeo que os pais e responsáveis foram informados de que as meninas foram levadas ao hospital – acrescentando que ainda aguardam uma atualização dos médicos.

Uma mãe pediu a outros pais que investigassem por que tantas crianças foram hospitalizadas ao mesmo tempo: “Nossos filhos sempre tomam um bom café da manhã e não se pode dizer que o que está acontecendo é por falta de comida”. O site Indy100 relatou que o diretor pediu aos pais que permanecessem calmos após a divulgação das notícias. “Dados os casos relatados, uma série de comentários foi desencadeada na comunidade que, em vez de ajudar a resolver a situação, gerou confusão e um ambiente adverso para o nosso trabalho”, explicou. “O instituto educacional também pede respeitosamente aos cidadãos que se abstenham de fazer julgamentos e diagnósticos precoces por conta própria”, alertou.

Atualmente, não se sabe quando a escola planeja lançar uma atualização sobre os diagnósticos médicos dos alunos. Além disso, as autoridades locais ainda não confirmaram se existe uma investigação policial está em andamento.

Por; G1

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